Área de atuação

Quando a relação com o banco começa a pressionar caixa, garantias e patrimônio.

A renegociação bancária não deve ser apenas uma conversa comercial. Contratos, juros, garantias, cobranças e execuções precisam ser avaliados com critério jurídico antes que a pressão comprometa a empresa.

O banco costuma aparecer como solução de curto prazo. O problema não está nesse primeiro uso — está no que acontece quando um imprevisto tira da empresa a condição de arcar com a parcela: os desdobramentos jurídicos que se impõem a partir daí, como a busca e apreensão do bem financiado, a execução judicial da dívida e a negativação do nome da empresa, tendem a agravar a situação em vez de resolvê-la.

Frentes de atuação

Comece pela situação que está pressionando a empresa.

Também dentro do bancário

Defesa e responsabilização.

Defesa em cobranças e execuções

Quando a cobrança vira processo, entram bloqueio de conta, penhora de valores e outras medidas judiciais. Defesa com leitura do processo, dos prazos, dos encargos cobrados e do que ainda pode ser discutido.

Sustação e cancelamento de protesto indevido

Título protestado sem base ou com valor incorreto trava CND, crédito e contratos. Ação para sustar o protesto, cancelar o apontamento e reverter o efeito sobre o nome da empresa antes que o dano se espalhe.

Responsabilização de instituições financeiras

Falha operacional do banco, cobrança de tarifa ou produto não contratado, negativação indevida. Análise do que aconteceu, dos documentos disponíveis e da via jurídica cabível para cada situação.

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